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Sudoku de assassinato

Cinco suspeitos, uma vítima e um punhado de pistas. Posicione todos na grade sem repetir linha nem coluna e descubra quem ficou sozinho com o corpo.

Encontraram a soprano Nieves Aldán sem vida na biblioteca da mansão Valverde.

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a cozinhaa sala de estara bibliotecaa sala de jantaro jardim de inverno

Pistas do caso

  1. A condessa Vega estava na cozinha.
  2. A botânica Arriaga estava na sala de jantar.
  3. A botânica Arriaga estava na linha 5, contando de cima.
  4. A senhora Ibarra estava na coluna 3, contando da esquerda.
  5. A bibliotecária Ferrán estava na linha 4, contando de cima.
  6. A doutora Solana estava na linha 1, contando de cima.

Toque em um suspeito e depois na casa dele. Teclas 1–5 para selecionar, Esc para soltar. 120 casos, todos com solução única verificada. Sua partida fica salva sozinha neste navegador.

As regras, em quatro linhas

Todas as pistas são verdadeiras. Não há pistas falsas, nem testemunhas mentirosas, nem reviravoltas escondidas: se uma pista diz que a condessa estava no jardim de inverno, ela estava no jardim de inverno.

Como resolver um caso

1. Comece pelo que fixa uma casa

Nem todas as pistas valem o mesmo. “Estava na linha 3” ou “na coluna 2” cravam uma coordenada inteira; “estava na sala de estar” só reduz a um grupo de casas. Posicione primeiro o que é certo e deixe o vago para depois: cada pessoa posicionada elimina uma linha e uma coluna para todas as outras, e é isso que provoca o efeito dominó.

2. Use a regra de linha e coluna como se fosse mais uma pista

É o erro mais comum: ler as pistas e esquecer a regra. Com três pessoas posicionadas, sobram só duas linhas e duas colunas livres, então as outras duas pessoas têm quatro casas para dividir entre si — e muitas vezes os cômodos descartam duas delas de uma vez.

3. As pistas negativas valem mais do que parece

“Não estava na cozinha” parece pouca coisa, mas se a cozinha tem quatro casas, você acabou de eliminar quatro possibilidades para essa pessoa. E “nem chegou a pisar no cômodo do corpo” é melhor ainda: está dizendo diretamente que essa pessoa não é o assassino, o que encurta a lista de culpados antes mesmo de você posicionar alguém.

4. Deixe a acusação para o final

A tentação é tentar adivinhar o culpado logo na primeira pista. Não funciona e ainda distrai: o culpado é uma consequência da disposição, não um dado independente. Posicione primeiro os cinco; o nome aparece sozinho.

5. Se empacar, conte os cômodos

Quando houver uma pista do tipo “na sala de jantar havia exatamente duas pessoas”, use-a como uma restrição global, não como um detalhe. Combinada com a regra de linhas e colunas, ela costuma fechar o caso de uma vez, porque limita quantas casas daquela área podem estar ocupadas.

De onde vem isso

O gênero ficou popular com os murdoku, um formato que cruza o posicionamento lógico do sudoku com uma cena de crime e que chegou ao grande público com o livro de Manuel Garand. Antes disso já existiam os bons e velhos enigmas de lógica — aqueles das “cinco casas, cinco cores, cinco profissões” —, que usam o mesmo tipo de raciocínio, só que sem o mapa.

Chamamos os nossos casos de Criminoku e nós mesmos os geramos: escolhemos um cenário, posicionamos os suspeitos, deduzimos todas as pistas que seriam verdadeiras e depois vamos retirando pistas enquanto a solução continuar única. Por isso cada caso tem o mínimo de pistas necessário, e por isso podemos prometer que não é preciso chutar: está verificado caso a caso.

Perguntas frequentes

O que é um Criminoku?

Um quebra-cabeça de lógica em que você posiciona cinco suspeitos numa grade, um por linha e um por coluna, respeitando uma lista de pistas. Quando todos estão no lugar, quem ficou sozinho com a vítima é o assassino. É o mesmo gênero dos murdoku que viraram moda; estes casos são nossos e gerados aqui.

É um sudoku de verdade?

Não exatamente, e vale a pena dizer isso. Ele tem em comum com o sudoku a regra de “um por linha e um por coluna”, mas aqui não se preenchem números: você posiciona pessoas e deduz a partir de pistas escritas em linguagem comum. Está mais perto dos enigmas de lógica clássicos do que do sudoku.

Todos os casos têm uma única solução?

Sim, e isso é verificado por força bruta, não suposto. Para cada caso, as 14.400 disposições possíveis são percorridas para confirmar que só uma cumpre todas as pistas. Além disso, as pistas são reduzidas ao mínimo: se qualquer uma for retirada, o caso deixa de ter solução única.

Como se joga com o mouse?

Clique em um suspeito da lista e depois na casa onde quer colocá-lo; as casas que ainda são permitidas para ele ficam destacadas em violeta. Se você clicar numa casa ocupada sem ninguém selecionado, tira essa pessoa de lá. No teclado, as teclas de 1 a 5 selecionam um suspeito e Esc cancela a seleção.

Em algum momento é preciso chutar?

Não. Todos os casos se resolvem por dedução, a partir das pistas e da regra de uma pessoa por linha e por coluna. Se você se pegar tentando ao acaso, é porque ainda há uma dedução que você não viu.

Qual é a diferença entre os níveis?

O tipo de pista, não a quantidade (todos giram em torno de seis ou sete). No fácil há pistas diretas, que fixam uma linha ou uma coluna. No médio aparecem as relativas (“mais ao norte que”) e as negativas (“não estava na cozinha”). No difícil entram as de parede externa e as que descartam culpados, que obrigam a raciocinar de forma indireta.

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